o choro do tempo que interrompe a viagem

“Gosto de ti, ó chuva, nos beirados
Dizendo coisas que ninguém entende! (…)

Talvez um dia entenda o teu mistério …
Quando, inerte, na paz do cemitério,
O meu corpo matar a fome às rosas!”

Florbela Espanca, in “Mistério”

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~ por Tiago Pinto em Março 3, 2009.

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